06.07.2020 - Netflix e biologia: possibilidade para aprender na pandemia?

Se a grande sacada dessa pandemia é “ficar em casa”, ter o que fazer contribui com essa exigência. Para os alunos que estão desenvolvendo seus estudos de modo virtual, estudar e aprender fazem parte do programa atual, tomando um bom tempo. Mas o lazer também é fundamental, em casa. Assim, a Netflix é um dos canais de streaming que teve, durante a pandemia do coronavírus, um aumento em 15 milhões de assinaturas e uma das maiores audiências de quem precisa “ficar em casa”. E por falar nisso, que tal Biologia e Netflix? Foi a dupla perfeita para neste período especial se aprender um pouco mais sobre as células, o tecido e o sistema nervoso humano, conteúdo difícil e muito importante, tanto para os concursos vestibulares/ENEM, como para a promoção de saúde e qualidade de vida dos alunos.

Assim, a Profa. Renata Confortin desafiou os alunos do Terceirão (Ensino Médio) a assistirem um dos filmes indicados abaixo e sobre eles produzirem uma resenha relacionando a história (ficcional ou real) aos conteúdo em pauta. E que resultados, se não podemos estar juntos para dividir a pipoca e conversamos sobre as escleroses (lateral amiotrófica e múltipla), podemos estar em aprender cada vez mais, de modo divertido e responsável! E teve aluno que foi além, relacionou o filme e as doenças aos criteriosos cuidados que devem ter seus portadores nesta época de novo coronavírus (Covid-19) e aprofundou o estudo em outros materiais e sites. Sim, Netflix e Biologia...possibilidade de aprender na pandemia.

Confira abaixo a sugestão de filmes para aprender sobre essas doenças em estreita ligação com o sistema nervoso e algumas considerações retiradas dos trabalhos produzidos pelo nosso Terceirão (Turma 331, Taborin 2020): A Teoria de Tudo (2014) Um momento pode mudar tudo (2016) A Luta de Jenifer Estess (2001) Eu Respiro (2013)

 

RECORTES TRABALHOS TERCEIRÃO:

“[...] A doença é incurável, e Kate no filme aparenta levar esse pensamento todos os dias consigo, sabendo que pode piorar a qualquer hora. Porém, apesar de não existir cura, o tratamento é necessário para doença ser controlada e, além disso, apoio de amigos e familiares para essa fase é de grande importância. Assim como Bec fez, mostrando que mesmo com tantos obstáculos, nada impede uma mulher determinada de seguir em busca de sua felicidade. Além do exposto, em momentos difíceis como o que a humanidade está enfrentando no momento, devido a uma pandemia mundial causada pelo coronavírus, portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica precisam obter os cuidados redobrados, visto que a COVID-19 atinge principalmente as vias aéreas e aqueles que possuem a doença ELA podem obter dificuldades intensas de respirar, portanto, manter-se em ambientes ventilados é de extrema importância”. Ana Beatriz Mees Hermes

 

“O filme escolhido para o estudo mais aprofundado das doenças neurológicas, especificamente a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) foi ‘A Teoria de Tudo’. Esse filme foi inspirado na vida do físico Stephen Hawking, que foi diagnosticado com essa doença com apenas 21 anos de idade, tendo que lutar com a mesma praticamente sua vida toda, até falecer em 2018, com 76 anos de idade. [...] A doença ainda não possui uma cura, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (Abrela), “a melhor abordagem terapêutica para a ELA parece ser uma combinação de duas ou mais drogas que atuem em caminhos que acarretam a morte da célula neuronal e promovam a sobrevivência e o crescimento rápido dos neurônios motores existentes’’. Ana Júlia Durante

 

“O filme a ser analisado, “A Teoria de Tudo”, foi lançado em 2014. Se trata de uma cinegrafia do cientista Stephen Hawking, diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), vindo a falecer em 2018. A ELA é uma enfermidade motora neurodenegenerativa rara, paralisante, progressiva e sem cura, que afeta o controle dos músculos. Os neurônios motores, responsáveis pelos movimentos voluntários, são gradualmente destruídos, eventualmente levando o paciente à morte, principalmente por insuficiência respiratória. A média de sobrevida é de 3 a 5 anos, após o diagnóstico. Um fator importante é que quando os primeiros sintomas aparecem, cerca de 80% dos motoneurônios já foram acometidos [...]”. Júlia Tonial Pitan

 

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